Em meio aos erros, a nobre chance de se aprender!

Se acertar é uma virtude, saber enxergar seus erros e rever seus planejamentos é uma virtude maior ainda. Quem sabe rever seus erros e tirar proveito deles em favor de seu crescimento futuro é digno de elogios. Não é nenhum demérito e, quando se faz o correto em tempo oportuno de se corrigir um determinado rumo, é reconhecido por quase que todos ou, pela maioria.

Outrora, já lhes escrevera que não considero nosso treinador Cristóvão Borges nem gênio e nem asno: o problema é quando ele quer se passar pelo primeiro caso e acaba recaindo no segundo. Portanto, se ele conseguir fazer o trivial se colocar o time "certo", em minha opinião, para atuar em campo, e se ao tentar substituir, não tentar inventar, já estará de ótimo tamanho para um profissional que assumiu um cargo de tamanha envergadura faz poucos meses. Portanto, que os erros que nosso treinador Cristóvão cometeu nas partidas contra o Libertad e contra o Botafogo nesse último domingo possam lhe servir de mais um aprendizado, caso realmente ele queira ser, no futuro, um treinador de alto nível conceituado e vencedor.

Algumas constatações podem ser feitas em ambas as partidas: a primeira que Cristóvão acertou ao iniciar o último jogo contra o Libertad com Renato Silva na zaga, ao lado de Dedé, mas errou ao colocar o fraco tecnicamente e, agora também, psicologicamente Rodolpho no decorrer do prélio. E na atual conjuntura, não poderia dar em outro resultado senão em gol adversário. Ao iniciar com ele ao lado de Douglas contra o Botafogo – ocasião em que Cristóvão escalou um time misto - mais uma entregada. Estaria Rodolpho querendo romper com o recorde de entregadas de nosso ex-zagueiro, o "possante" Jorge Luís durante aquele fatídico campeonato brasileiro de 2008?

Outra constatação é a falta de iniciativa e de preparo de nosso treinador quando precisa mudar o rumo de um jogo. Contra o Libertad, escalou bem o time, mas errou nas alterações, até agora pouco ou nada explicadas, o que nos fez entregar um resultado certo de vitória. Isso, obviamente, aliado à covardia do nosso time no segundo tempo, ocasião em que o mesmo pareceu ter se intimidado com as provocações do adversário. Já contra o Botafogo, fez uma alteração no intervalo, ocasião em que já perdíamos por 2 vs 0, mas depois nada mais fez de proveitoso para tentar reverter o placar: nem sequer substituiu mais. Aliás sobre esse jogo, está certo que o time era misto conforme dissera, mas sua mania de inventar Diego Souza como centroavante já passa dos estágios intoleráveis.

O jogo frente ao Botafogo nem é motivo de tanta preocupação pelo resultado em si dentro de um campeonato pouco atraente, deficitário e que consegue fazer um clássico para pouco mais de onze mil pessoas; mas pelas claras deficiências que se mostram no treinador e no elenco vascaíno. Não temos um centroavante e um zagueiro confiável para substituir a falta que Alecssandro e Dedé fazem quando não atuam respectivamente. Não há ninguém na base, no momento, como promessa a ser testada e, talvez, o único que teríamos para centroavante – Morano – foi transferido para o Bangu, sem sequer ter uma chance no time profissional.

Além de um centroavante e de um zagueiro, precisamos de mais um articulador de jogadas para substituir a Bernardo, negociado por empréstimo para o Santos e, ao que parece, por um valor irrisório perante o investimento que a diretoria fez. E definir, de fato, a situação de Carlos Alberto, se vai pelo mesmo caminho do garoto ou se servirá como "moeda de troca" no futuro, além da situação de Ricardo Gomes, se realmente ele voltará ou não.

Isso porque eu não estou sendo exigente em pedir a reavaliação da contratação do Franck Assunção sem ele sequer ter assumido de fato, o que não seria absurdo algum em se tratando de sua inexpressividade profissional, até então, no cargo em que irá ocupar. No entanto conforme lhes escrevera em meu texto da semana passada, prefiro analisar seu trabalho primeiro para depois avaliar, seja para tecer elogios ou para fazer críticas.

Que, mais uma vez, fique registrado de minha parte o alerta e que vai de encontro ao que grande parte da torcida pensa. As chances de mudanças são dadas aos profissionais, mas se os mesmos não correspondem, é bom lembrar-lhes que o Vasco deve estar acima de todos eles.

Vasco vs Libertad – o que esperar para a próxima quarta-feira?

Primeiro, que nosso treinador Cristóvão não tente inventar, mais uma vez Com todo mundo em condições, minha formação principal seria Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Feltri; Rômulo, Eduardo Costa, Allan e Felipe (ou Juninho); Éder Luís e Alecssandro.

A segunda constatação: o time precisa ter calma e qualidade na saída de bola de seus volantes. Nílton, Eduardo Costa e Fellipe Bastos, definitivamente sim, não podem jogar juntos, pois conseguem errar o fundamento trivial de um jogo de futebol que é o passe. O que possuímos de MUITO MELHOR, hoje, são Rômulo e Allan para essas posições, e portanto devem jogar nesse meio campo. Excepcionalmente para esse jogo, acredito que as virtudes de Allan o credenciam a jogar mais avançado, no lugar de Diego Souza, suspenso por uma, a meu ver, injusta expulsão no jogo da última quarta-feira.

E, finalmente: que não se tenha medo desse time do Libertad, pois no jogo de quarta-feira já poderíamos o ter derrotado e só, assim não fizemos, devido às invenções de nosso treinador e à covardia do time no segundo tempo. Aqui em São Januário, o Vasco deve se impor como clube de MUITO MAIOR grandeza que é, além de possuir um time, notoriamente, com valores individuais mais técnicos que seu adversário. Que se esqueçam as covardias cometidas por esse clube paraguaio fora de campo, assim que a bola rolar, e foquem somente em jogar futebol, com a nossa torcida lotando São Januário o que, sem dúvida alguma, haverá de acontecer. A vitória é uma questão de raça, técnica e de paciência em saber jogar, sem cair nas provocações e nas catimbas que deverão vir do lado oponente.

Camisas negras já!

O episódio do racismo cometido por um grupo de insanos paraguaios na última quarta-feira não somente atenta os princípios morais humanos como vai contra o combate desbravado pelo clube pioneiro no Brasil pela democratização do futebol para prática dos menos favorecidos economicamente e da população negra em nosso país. Pois foi, justamente, contra esse clube que dois de seus jogadores foram vítimas dessa agressão ridícula, covarde e sem que houvesse a reação necessária da polícia paraguaia através de argumentações absurdas de que "as leis por lá eram diferentes com as do Brasil".

Discriminação é crime em qualquer lugar do mundo. Com certeza, a Conmebol não irá se posicionar quanto a esse episódio, pois fora cometido pelos torcedores do clube cujo Presidente é seu torcedor. Mas até onde a política pode intervir nos bons costumes e nos conceitos morais e éticos de uma sociedade?

Na Europa no século anterior, por exemplo, implodiram-se duas grandes guerras que se espalharam pelo mundo afora, sendo que a última causada pela intolerância à raça do outro, tendo como ariana a "raça pura", de modo de quem não fosse "não era digno de se viver infiltrado na sociedade". Os tempos passam, as tecnologias evoluem, mas as mentes fracas de algumas pessoas permanecem e nem merecem ser citados como torcedores, por exemplo nesse caso, no que seria uma afronta aos verdadeiros torcedores de boa-fé tais como vocês e eu, por exemplo.

O movimento que tomou conta das redes sociais da imensa torcida vascaína deve ser seguido pelo clube na próxima quarta-feira, em minha opinião. O uso da camisa contra o racismo pelo menos na entrada em campo e que demonstra o histórico de luta de nosso clube por essa causa, além da confecção de uma faixa com dizeres contra essa horrenda prática e sua utilização na entrada dos jogadores em campo criaria, a meu ver, um enorme impacto não somente no Brasil, como em outros países que acompanham a transmissão da competição, além de evidenciar ainda mais o nome do clube como defensor das causas raciais e sociais, conforme sempre fomos.

De Barbosa a Renato Silva e ao mito Dedé, o espelho de um Vasco democrático e condizente com sua real grandeza como clube centenário.

Projetos e ações Pró-Vasco – Capítulo II

Na ocasião em que lancei meu texto "Projetos e ações Pró-Vasco – Capítulo I" (Fonte: http://www.supervasco.com/colunas/projetos-e-acoes-pro-vasco-capitulo-i-2151.html ), prometi que outros temas outrora não tratados seriam abordados em publicação futura.

Por ocasião de assuntos mais emergenciais e imediatos que surgiram, acabei por postergar essa publicação até o dia de hoje, em que retorno ao que havia prometido e considero as questões que ficaram pendentes de um tratamento mais profundo: Projeto de Revitalização do Entorno de São Januário, patrocínios e internacionalização da marca Vasco. Que assim seja, então:

1 - Projeto de Revitalização do entorno de SJ: O Rugby deverá ser nosso!

Acompanho desde janeiro, ocasião em que adentrei o meu primeiro mês como colunista desse gigante chamado SuperVasco, os esforços que Marcelo Paiva, André Pedro, Marcus Simonini, Raimundo Almeida e outros companheiros vêm fazendo para que a sede olímpica do Rugby seja homologada em São Januário para as Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016.

De fato é inegável que essa confirmação trará muitos benefícios para todo o bairro de São Cristóvão, seu entorno, com aceleração de crescimento, com novas vias sendo abertas e com as comunidades anexas ao tradicional bairro sendo beneficiadas com as melhorias advindas desses projetos. Além disso, confirmará a tradição vascaína de ser o clube pioneiro em várias causas, inclusive sendo o primeiro clube brasileiro a receber em seu estádio um evento internacional de Rugby, em favor do crescimento desse esporte em nosso país.

O andamento dessas pretensões pareceu moroso demais em muitos momentos, sem a devida repercussão, sem que houvesse uma manifestação pública por parte da diretoria do Vasco sobre essa questão do Rugby, o que levou muitos a darem o esporte como perdido para o Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão) ou Estádio Proletário em Bangu (Moça Bonita). A principal questão era se, realmente, o Vasco estaria lutando pela realização desse evento ou não.

Até que houve a visita do Príncipe Harry ao Brasil na sexta-feira, dia 09/03/2012 – a chamada "sexta-feira olímpica" – e que, junto com sua comitiva, esteve em São Januário, visitando as instalações do estádio e tornando factível uma pretensão de sua torcida que almeja ver o clube cada vez maior e com mais exposição de sua marca e de seu estádio em um evento de tamanha magnitude como sempre é o dos jogos olímpicos. (Fonte original: http://www.webvasco.com/social/colunas/andre-pedro/179-ministro-do-esporte-e-evento-de-rugby-no-vasco.html )

Sem dúvida, foi um enorme passo para que essa pretensão do Vasco de realizar o Rugby em nossa casa seja ratificada! Tal conforme meu último texto há uma semana, gostaria de parabenizar aos companheiros André Pedro, Marcelo Paiva, aos projetos WebVasco, Incondicionalmente Vasco, SuperVasco, Vasco TV entre outras mídias de comunicação vascaínas que "compraram essa causa" e que por ela lutam! E a todos os que, de alguma forma, imputam seus esforços para que a carta de intenções firmada entre Club de Regatas Vasco da Gama e COB prevaleça e que o Rugby 2016 seja, enfim abertamente à todos, homologado como sua sede em São Januário!

O próximo passo será, então, cobrar do prefeito da cidade (vascaíno) essa resposta o quanto antes, considerando ainda que a torcida e as mídias vascaínas poderão usar o ano eleitoral como álibi para que venha em comum acordo com os interesses do clube.

Contudo, cabe à diretoria trabalhar mais e apresentar-lhe, finalmente, um projeto concreto de remodelação do complexo esportivo de São Januário, bem como seu entorno, o que acredito que deva ser feito com uma empresa que seja do ramo, tal como fez o Palmeiras com o Palestra Itália, por exemplo. Isto posto, sou contra a utilização de dinheiro público em nosso estádio em si, assim como sou contra a manobra que irão fazer em São Paulo com o estádio de Itaquera sendo repassado ao Corínthians nessas mesmas condições no qual muitos e eu somos desfavoráveis.

Aproveito o ensejo, também, para agradecer muito à atenção e ao carinho que ambos – André Pedro e Marcelo Paiva – tiveram comigo e ao convite de fazer parte, a partir da última segunda-feira, do projeto WebVasco (www.webvasco.com ), sendo mais um dos colunistas de seu site! Ou seja: tal como o site da Cruzada Vascaína, do SempreVasco e do SuperVasco, será mais um canal de comunicação e interação que eu terei com os companheiros leitores de meus textos que, entre concórdias e discórdias, pensam assim como nós em ver um Vasco cada vez mais forte e honrando suas tradições!

Aliás por motivos de ordens pessoal e profissional, eu pouco tenho publicado nos dois primeiros citados por mim anteriormente, de modo que pretendo, desde já e tal como faço aqui, voltar a postar meus textos nesses canais (provavelmente, às quintas-feiras) que, assim como o SuperVasco, concederam a mim a chance de externar meus pensamentos sobre nosso clube e que, por isso, sou bastante grato aos companheiros que representam os interesses dos mesmos!

2 – Internacionalização da marca Vasco

Acredito que não é através de um projeto como o Vasco de Sines - participante da divisão distrital de Setúbal, em Portugal, o que para nós significaria como uma sexta divisão nacional – idealizado pelos atuais diretores do clube que o Vasco ganhará notoriedade em sua marca no exterior. Ao contrário disso, faz com que a camisa do Vasco seja utilizada por esse inexpressivo clube em competições de baixo escalão, além de que dificilmente o Vasco irá conseguir encontrar um jogador de bom valor técnico para aproveitá-lo, aqui no Brasil. Por sinal, comprovem no vídeo abaixo publicado no site youtube o nível de competição desse referido clube de Sines:

http://www.youtube.com/watch?v=9j3KtJVTEdQ

A representatividade de um clube como o Vasco se faz valer, principalmente, através da participação contínua e revalidação de títulos de expressão internacional, tal como outrora fôramos participantes e vencedores de competições e torneios internacionais e cito-lhes, desde já, os títulos do bicampeonato mundial considerado na época em 1953 e 1957 e não-reconhecidos pela FIFA e imprensa esportiva de uma forma geral, além de serem desconhecidos de boa parte da torcida vascaína, além dos famosos títulos sulamericanos de 1948, 1998 e 2000.

Outra forma de o clube ganhar espaço é a homologação de São Januário como sede olímpica do Rugby, o que nos leva cada vez mais a cobrar esforços de todos – inclusive do próprio prefeito da cidade que é vascaíno – para tanto. Com certeza, essa repercussão internacional só trará ainda mais valorização à nossa marca.

Além disso, é bom que se destaque um projeto já conhecido e registrado em cartório desenvolvido pelos companheiros pertencentes a um grupo de trabalho da Cruzada Vascaína, que trata a respeito da internacionalização da marca Vasco e que terá sua divulgação no futuro em tempo oportuno.

3 - Centro de Treinamentos

Por uma das redes sociais, um dos companheiros que é conselheiro eleito pela chapa da situação divulgou no último sábado sem maior profundidade que, em breve, teremos novidades sobre a questão do Centro de Treinamentos para os profissionais.

Essa é uma das questões que já havia manifestado-me como primordiais para o contínuo crescimento do clube. O Vasco como clube de primeira linha do futebol brasileiro precisa avançar bem mais em sua estrutura e angariar fundos para que, finalmente, possa obter um terreno e construir seu CT, ou no pior caso, conseguir um arrendamento a longo prazo de um CT pertencente a um clube de menor expressão, tal como o Artsul, o Audax Italiano ou o Tigres do Brasil, por exemplo.

4 – "No remo, és imortal!"

Alguns meses atrás, lancei no site da Cruzada Vascaína (única fonte conhecida, até então, de interatividade entre meus pensamentos pró-Vasco e os companheiros vascaínos espalhados pelo Brasil de uma forma geral) em http://cruzadavascaina.com.br/2011/09/a-hora-e-de-humildade-respeito-e-trabalho/ uma defesa com relação à prática do remo atual no clube. E é com muita tristeza que, constantemente, recebo notícias advindas dos companheiros José Carvalho (através do Blog do Remo, no site SempreVasco) e Yuri Lummer de que tal esporte está, a cada dia, mais relegado, perdendo inclusive sua posição de segundo competidor (por muito tempo, fomos os primeiros e os maiores vencedores) para o Botafogo.

Sobre esse assunto, recebi uma mensagem do leitor Diego Ribeiro escrita por André Luís Rodrigues que é mais um apelo para que o Remo possa ser mais valorizado pela atual diretoria de nosso clube. Entre outras coisas, destaca-me o leitor em sua mensagem:

"No caso do Vasco, há certo comprometimento por parte do atleta, mas pouquíssima por parte do clube. Os treinadores do remo vascaíno quebram a cabeça e se desdobram em mil partes para poder manter o departamento náutico do clube em andamento, coisa que seria EXTREMAMENTE menos complicada de se realizar se o clube tivesse metade da mesma atenção com o esporte que tinha nos seus tempos áureos. Até dois meses atrás, quando eu ainda treinava, rolava no ar um boato de que os atletas federados e que treinavam firme pra competições oficiais estavam há 3 meses sem salário. Resultado disso foi a fuga em massa de atletas e profissionais para os outros clubes concorrentes, oferecendo (por incrível que pareça!!!) uniformes, calçados e salário, que, apesar de menor, seria pago em dia".

Durante muitos anos no século anterior até o crescimento do futebol, o Remo foi o esporte mais popular do estado. Mais uma vez, lanço aqui meu desafio: quem ousar a dizer que o Remo não deveria ter seu valor reconhecido no clube, que tire de nosso hino a frase "No remo, és imortal", ou seja, que não cante esse verso, pois dessa forma sendo contrário à sua prática ou ao seu devido valor reconhecido pelo clube, a pessoa estaria sendo demagoga com seus próprios pensamentos.

Não faço questão de nenhum outro esporte no Vasco, mas do futebol e do remo eu "não abro mão". Que se capitalize o esporte, que se tente trazer novos investidores, mas que não o deixem relegado conforme agora. O Vasco merece preservar suas tradições e sua raiz que é o Remo e que, através dele também, chegamos como clube que somos hoje.

5 – Patrocinadores

Considero que o departamento de marketing do clube deva dar "um gás" maior nessa questão. Pois faz quase três meses que perdemos patrocínios importantes, e outros que deveriam vir para suprir essa ausência, até o momento, caminham no campo da abstração quando, na verdade, o Vasco tem requisitos suficientes para atrair a atenção de qualquer patrocinador. Possui um time que voltou a disputar a principal competição sulamericana, possui a condição de usufruir de uma provável confirmação do Rugby em São Januário como forma de atrair investimentos para o estádio, possui pessoas que, mesmo não participando da atual direção, participam e elaboram planos no formato de grupos de trabalho tal como o projeto de internacionalização já formatado, em sigilo momentâneo e comentado anteriormente, além é claro de possuir tradição e, no mínimo, a terceira maior torcida de nosso país.

Novos patrocinadores significam manutenção de um time forte no futebol, da revitalização do Remo como esporte de ponta no clube , além de outras benfeitorias. Portanto, trata-se de um assunto transversal aos temas, anteriormente, comentados, e que depende muito dos esforços de nossos atuais dirigentes e da cobrança de nós, sócios e torcedores, para que o clube possa "colher seus frutos" e que TODOS possam ganhar com isso.

Cristiano Mariotti

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cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.