Até quando esperar?

Na quinta-feira passada, recebi um e-mail, lamentando desde já, o afastamento de um dos companheiros do projeto que ele, próprio, junto com outros companheiros interessados nas causas do Vasco em primeiro lugar estava cuidando a respeito da revitalização do entorno de São Januário e da homologação do Rugby em nosso estádio, o que poderá elevar ainda mais o nome de nosso clube e nossa marca em diversos países do mundo que estarão ligados nas Olimpíadas em 2016. Sua alegação foi o DESGASTE com a falta de zelo e de participação mais ativa da diretoria nessa questão.

A vida é feita de escolhas: na última quarta-feira, tínhamos articulações para que o time de futebol aproveitasse o televisionamento do jogo e expusesse para vários países uma faixa com apoio a esse projeto em sua entrada a campo, até aproveitando a inauguração do novo painel eletrônico do clube e com dizeres no mesmo de apoio ao esporte em nosso estádio. Outros prefeririam que o time entrasse com uma faixa contra o racismo e fizesse uma manifestação pública, com os jogadores entrando uniformizados de camisas negras, inclusive defendendo as tradições do clube e seu histórico de luta em favor da igualdade racial e social. Ainda teve aqueles que apoiavam as duas iniciativas em paralelo, o que seria uma atitude louvável e, a meu ver, factível.

Resultado disso tudo: nem camisas negras, nem faixas de defesa pelos nossos interesses e / ou pelas nossas tradições. Nada disso foi feito e deixamos passar uma ótima oportunidade de expor nossos interesses em grande mídia. Ainda que os contatos tivessem sido feitos sem alarde à diretoria, nada do que foi proposto aconteceu.

Isso prova, mais uma vez, o quanto as idéias pró-Vasco não são consideradas se não forem condizentes com os interesses de quem administra ao clube atualmente. Será que o departamento de marketing do Vasco é tão sem falta de visão a ponto de não perceber o ganho em nome que poderíamos ter nessas manifestações públicas em favor de causas como essas? Nesse ponto e em outros mais, estamos MUITOS ANOS-LUZ atrás de outros clubes: o Corínthians, por exemplo.

É notório que a defesa pelos interesses do clube faz-se, a cada dia, mais distante. Falta representatividade faz tempo. A propagação da marca Vasco já é digna de discussão na mídia. Quando eu me vi vascaíno na década de 1980, era reconhecimento de quase todos que o Vasco era a terceira maior torcida do Brasil, por exemplo. Hoje, discute-se se somos a quinta mesmo ou se já caímos para sexta. E desde aquela época, o marketing do Vasco já era fraco e sem o devido combate aos que nos “entubaram” como quinta maior torcida, a partir de 1998, e desde então essa mentira vem sido repetida ao ponto de transformar-se em verdade absoluta. Até o dia em que questionar se seremos a sexta, sétima ou oitava torcida, e se continuarmos como agora, seremos obrigados a engolir por falta de contestação pública.

Um levantamento que saiu na imprensa mostra que nosso número de jogos transmitidos em TVs aberta e fechada será praticamente metade do número do ano passado. O Presidente do Palmeiras já contactou a quem é de direito e questionou esse fato. E nós? Cadê o Presidente para questionar, também, a redução impune do número de jogos que nossa marca terá no próximo Campeonato Brasileiro? Será mais fácil aceitar, tal como já nos vimos obrigados a aceitar outras tantas coisas, assim, sem ao menos questionarmos como se deveria?

Sistematicamente, o Club de Regatas Vasco da Gama vem sido alvo de críticas em sua gestão no que diz respeito à condução de certos assuntos que mereciam maior agilidade por parte da diretoria. Tais assuntos ficaram tão latentes que não somente associados e torcedores que constatam que existem coisas erradas que aparentam não estarem sendo conduzidas com o devido esmero que se espera, pois trata-se de setores primordiais ao clube. A própria imprensa esportiva já cuida da divulgação com certo teor de estarrecimento e questionando, tal como nós, o porquê do clube não tomar atitude alguma com relação às constatações evidenciadas a cada dia mais de que algo precisa mudar urgentemente. Ao contrário das mudanças, a morosidade.

Falando das divisões de base como outro exemplo. É bem verdade que o “jornalista” que lançou a última crítica às divisões amadoras do clube não é bem quisto por ninguém que se diz vascaíno, mas as coisas têm que ser separadas. O que escreveu foi certo e é constatável na medida em que algum torcedor ou associado tenha o zelo de acompanhar um jogo das divisões de base e perguntar aos pais dos atletas como estão as situações de seus jovens no Vasco. Infelizmente, as respostas não serão as que gostaríamos de ouvir, e sim, as que precisamos ouvir para que cobremos pelas melhorias. Uma só voz em favor do Vasco: não só a minha, e sim, a de todos aqueles que colocam o Vasco sempre em primeiro lugar.

É preciso ainda dizer que tais problemas não são originados no presente. A pelo menos DOZE anos, o Vasco não goza de uma boa estrutura em suas categorias de base. O discurso de quem administrava o clube a partir de 2001 até sua retirada do poder era de responsabilização à Lei Pelé somente. Contudo, muito pouco se fez para tentar a adequação da política das divisões de base do clube – bem como sua estrutura – a tal lei. Era preferível atacar aos seus criadores do que a tentar tomar clubes com grande estrutura montadas como os de São Paulo e Minas Gerais, por exemplo, como referencia e partir em busca das devidas melhorias à esse setor do clube, responsável por muitas alegrias ao longo de nossa bela história.

Se houve tratativas para tanto, foram irrisórias perto do que, realmente, o Vasco precisa. Se houve algum avanço ao longo dos anos e já adentrando à gestão atual do clube, foi muito pouco perto do que é, de fato aceitável. As críticas estão direcionadas não só pela falta de um Centro de Treinamento, mas também pela filosofia de trabalho imposta. Não basta um menino falecer no ato do treinamento. Não basta a renegação de valores que poderiam estar sendo testados em alguns jogos nos profissionais – tais como Marlone, Morano e outros, por exemplo – para que alguma coisa mude. Não basta a imprensa repercutir o nome do clube negativamente a cada dia para que medidas sejam tomadas e uma nova filosofia de trabalho, com novas pessoas no comando se necessário seja adotada. O que mais se precisa, então?

Outra situação ao qual venho recebendo muitos e-mails criticando duramente e pedindo urgência na correção do rumo é o plano de associados “O Vasco é meu”. Conforme lhes escrevera anteriormente, não basta somente terceirizar e achar que os problemas serão resolvidos. O clube precisa gerenciar essa terceirização e cobrar melhoramentos constantes. A abertura política do clube ao torcedor – associado que participa da vida política do clube, contribuindo para seu crescimento e gozando dos prestígios de ser sócio do Vasco, é salutar e incentivadora se tivéssemos um plano de sócios que, realmente, funcionasse conforme todos nós gostaríamos. Desde sua implantação, no entanto, muito pouca coisa tem sido feita para melhorar sua condução. Muito poucos são, ainda, os benefícios que o sócio do Vasco possui o que de certa forma desestimula a cooptação de novos torcedores que querem, por ser consumidores de um produto, ter benefícios em troca e com merecimento.

Nesse raciocínio, de que adianta cadastrar mais de cinqüenta mil torcedores se pouco mais de dez mil, realmente, estão adimplentes? E os mesmos adimplentes ainda são taxados por um dos grupos políticos do clube (a ex-situação, a qual faço questão de discordar em muita coisa de suas ideias) como “fraudes”, conforme já lhes mostrara em artigo anterior, por interesses próprios de retroceder à uma época em que o “feudo social” pouco participava da vida do clube, em uma parte ficavam inadimplentes e, de uma hora para outra, tinha sua situação regularizada em épocas de eleição, de forma a garantir a perpetuação dos velhos conhecidos comandantes no poder. Nessa ótica, a reabertura do clube às novas idéias é extremamente importante, mas seu valor devido não tem sido dado. Essa é a realidade.

Em uma conversa por telefone no último sábado com um companheiro vascaíno que acompanhou a transição de poderes do clube de perto em 2008, ele disse-me que uma proposta para que a gestão dos sócios do Vasco fosse feita pela mesma empresa que gere os planos de sócios do Grêmio e do Internacional de Porto Alegre foi colocada em pauta junto à direção atual do clube, garantindo ao Vasco um retorno anual significativo. Por motivos não transparentes, a proposta não foi apreciada como se deveria e optou-se, então, pela outra empresa, com muito menos benefícios e sem tal garantia de lucro. Por que?

Portanto, jogam-se fora ótimas oportunidades da atual gestão mostrar que o Vasco esteja, realmente, no caminho do progresso. Os tempos passam, as pessoas mudam, contudo os erros continuam. No caso das divisões de base, por omissão e recusa à adoção de medidas necessárias. No caso do plano de sócios, falta estratégia de gestão de planejamento operacional para que a marca seja difundida em todo o território nacional, principalmente no Norte e no Nordeste, onde existem pessoas querendo associar-se e consumir produtos licenciados pelo Vasco e que encontram-se impossibilitadas, seja pelas limitações do plano de sócios ou até mesmo pela incapacidade da atual fornecedora de material esportivo de levar-lhes seus produtos.

Se fosse falar sobre outras questões comentadas em textos anteriores, tal como o Remo e os poucos esforços que têm sido feitos pelo resgate ao esporte, por exemplo, estender-me-ia ainda mais, o que não é bom nesse momento. São muitos assuntos que precisam ser discutidos em favor do Vasco e todos tratados em sua dosagem apropriada em tempo oportuno. Afinal, meu compromisso aqui é defender a instituição, ainda que tenha que ser mais incisivo em certos momentos.

Logo, não me ludibrio pelo fato de termos um time de futebol com resultados interessantes nos últimos doze meses, ainda que reconheça que, para boa parte da torcida que só quer saber de resultados, não seja assim. É ótimo ter um time que ganha em campo, mas é também conveniente pensarmos em diversos outros aspectos fora dele. Vejam o caso da falta de patrocinadores com o rompimento unilateral do patrocínio do Nations Bank em fevereiro de 2001 e o fim que levou aquele time campeão da Copa Mercosul e do Campeonato Brasileiro.

Ressalto-lhes que, a meu ver hoje, ainda temos que caminhar muito para termos um balneário forte fora de campo e garantirmos um desenvolvimento sustentável. Afinal de contas, o principal legado que uma administração pode deixar à torcida em especial são títulos e ídolos, e ao clube além disso, estrutura com CT, patrocinadores para garantir o time forte em campo, boa conduta, credibilidade e representatividade para que não percamos títulos fora dele, conforme outrora perdemos no Campeonato Brasileiro do ano passado.

Hoje, faço com mais afinco cobranças por aquilo que me angustia hoje e pelo que poderá vir pela frente, sem deixar que somente um time de futebol forte possa cooptar meus ideais sobre Vasco. Até quando deixaremos as cobranças de lado por um Vasco mais atuante fora de campo? Ou será que o preço a pagarmos até o final da gestão Roberto Dinamite pela retirada de Eurico Miranda e sua turma do poder será o silêncio? Silêncio não com medo de ser calado abruptamente, e sim, com medo do retorno de quem fazia calar?

Mais do que isso, até quando faremos parte de um lema de sempre deixar para o outro resolver? Pensemos e reflitamos juntos: o que podemos fazer para melhorar ao clube? De que forma podemos cobrar a quem é de direito e ajudar ao mesmo tempo dentro, obviamente, de nossos padrões de vida? Será que, ainda com todos os problemas que temos, é difícil ser sócio e ajudar ao clube dessa forma, até mesmo elegendo a quem pensa no clube? Será que nas redes sociais não podemos continuar nos mobilizando para outras coisas, assim como foi para a questão dos clássicos em São Januário e para a não-venda do Dedé, por exemplo?



Falando de futebol...

A bela vitória da última quarta-feira frente ao Libertad do Paraguai e construída, principalmente, pelo ótimo segundo tempo do time contrasta com a péssima exibição de ontem diante do Resende, onde com todo respeito ao adversário, o time saiu com empate porque o peso da camisa contribuiu.

É interessante constatarmos que o Vasco não consiga repetir em duas partidas seguidas na atual temporada um padrão de jogo. Se em um jogo válido pela principal competição das Américas o time vai muito bem, em outro válido por uma competição muito menos importante o time é totalmente letárgico. Se em um jogo o time demonstra maturidade suficiente para administrar sua própria ansiedade dentro de campo bem como de sua torcida, no seguinte o time não consegue pôr a bola no chão e pensar o jogo. Falta constância ao time.

Nota-se, claramente, que Diego Souza não vem jogando nada faz tempo. Tecnicamente brilhante quando quer, mas o problema é exatamente ele querer jogar futebol. Parece que DEUS lhe deu o dom de ser um astro mas ele se recusa a aceitar essa dádiva. Nesse sentido, algumas abordagens reflexivas: Felipe e Juninho não podem jogar juntos pela idade, mas os dois estando bem, ainda assim um deles merece ficar no banco para esse apático Diego Souza? Carlos Alberto é questionado por boa parte da torcida que teme sua volta, não pelo futebol que é capaz de produzir e, sim, pelas desavenças com companheiros e com o Presidente, mas será que seu retorno, caso esteja com vontade de jogar realmente, não será um alerta para que Diego Souza saia, enfim, de sua zona de conforto e passe a produzir bem mais do que agora?

Outro aspecto a se considerar: no primeiro tempo contra o Libertad, tivemos a posse de bola soberana, porém, pouco ou nada produzimos de interessante, ainda que com três atacantes em campo. No segundo tempo, tivemos na prática somente um volante fixo, dois atacantes e produzimos muito mais. Conclusão: mais uma vez, comprova-se a tese de que não é um time com mais atacantes que o tornará mais ofensivo do que os demais. Colocando-se a vaga de Diego Souza sob júdice nesse momento e relevando o mediano desempenho de alguns outros, um time perto do que pensamos para o Vasco, hoje, seria Fernando Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri; Rômulo, Allan e Felipe (Juninho); Éder Luís (quando recuperar sua melhor forma física) e Alecssandro.

No jogo seguinte, repetimos de início, praticamente, o mesmo time do segundo tempo diante do Libertad, e o jogo não fluiu como deveria. Culpar a quem, então: ao cansaço dos jogadores, ainda que tivessem quatro dias para se restabelecerem fisicamente e psicologicamente, jogando em uma mesma cidade e em seu próprio estádio? Ao fato de o time, no jogo seguinte, ter entrado em campo na prática somente com dez jogadores em campo, excetuando-se Diego Souza? Ao próprio treinador, que muda o esquema de um tempo para outro e que gera, nesse momento pelo menos para mim, uma incerteza quanto ao time titular do Vasco?

Aliás, quanto ao Cristóvão, devo reconhecer que a expressão “nem gênio nem asno” lhe cabe perfeitamente. Se contra o Botafogo ele foi merecidamente criticado, contra o Libertad ele escalou relativamente bem, o time não rendeu e ele conseguiu transformar o panorama do jogo. Contra o Resende faltou-lhe, somente, voz ativa para não deixar Alecssandro cobrar o pênalti, haja vista seu histórico recente de pênaltis perdidos. Poderia, a meu ver, ter ordenado que Felipe ou até mesmo Dedé cobrasse. Se ele quer assumir, de fato, essa função de técnico efetivo em outro clube (conforme dissera em sua recente entrevista ao diário de esportes Lance!) caso Ricardo Gomes retorne ao Vasco, ele deve estar preparado para esse tipo de cobrança, normal em qualquer clube da envergadura do nosso. É melhor, portanto para ele, ouvir as críticas construtivas de quem preocupa-se com seu progresso do que ouvir elogios aduladores de pessoas que fazem questão de esconder, em certas horas, seus erros, a ter que admitir que ele não seria, nesse momento, para muitos o nome ideal para se comandar um time que busca a revalidação do título outrora conquistado em 1998.

O que se espera ao menos do time e do técnico é equilíbrio em suas atuações. Os titulares que estavam lesionados estão retornando aos poucos e isso, com certeza, dará mais qualidade. Carlos Alberto retorna e, ainda sob meus questionamentos, espero que seja para jogar futebol e não para tirar férias no Departamento Médico ou provocando situações que lhe deixem sem ir pra campo, como expulsões por exemplo. Enfim, que controle seu temperamento, pois é esse o principal questionamento sobre o porquê de um jogador de talento reconhecido não conseguir se firmar em clube algum.

Ainda assim, papo reto com esse atleta: minha tolerância e de boa parte da torcida quanto às suas atitudes inicia-se no zero. Se faltar com respeito ao clube ou lesar o time em campo de alguma forma, a torcida do Vasco é muito inteligente e nessa mesma proporção cobra de seus profissionais. E tenho certeza de que com ele não será diferente.



Edmundo, o ídolo!


Edmundo terá, enfim, sua merecida homenagem prestada na próxima quarta-feira. Em momento oportuno, pois não havia clima em 2009 para prestar-lhe uma homenagem com o Vasco tendo que se reestruturar e com todos os vascaínos ainda lamentando, durante aquele ano, pela queda à segunda divisão, ocasião em que ele participou e retratou bem em sua imagem a profunda decepção de toda uma nação apaixonada pelo clube.

O destino não quis que Edmundo ganhasse muitos títulos pelo clube, e sim, poucos porém significantes. Assim foi com o campeonato carioca invicto em 1992. Assim foi com o campeonato brasileiro de 1997, ocasião em que ele rompeu o, até então, recorde de gols marcados em um só campeonato, superando a marca de Reinaldo. Edmundo viveu em todas suas passagens uma relação intensa com o clube: do amor do reencontro às suas retiradas sempre marcadas por reclamações direcionadas, muitas vezes, a dirigentes específicos. Assim foi, também, em sua retirada mais pacífica dentre todas, em 1997, quando já iniciou o campeonato brasileiro daquele ano negociado ao Fiorentina da Itália, e o resultado produzido já fora comentado por mim.

Edmundo protagonizou momentos de extrema alegria, sim, mas de tristeza profunda também, tendo seu ápice o pênalti perdido na final do mundial de clubes em 2000. Por isso que sua relação com o clube é marcado pelas alegrias intensas, bem como por tristezas profundas. Não é uma relação morna: sempre foi “oito ou oitenta”. Não importa isso agora, e sim, reconhecer sua contribuição para o clube e seu sentimento de vascainismo que sempre possuiu, ainda que esqueçamos seus momentos insanos, principalmente com gesto obsceno e depois perdoado pela torcida do Vasco em um jogo vestindo a camisa do arquirrival em 1995.

De minha parte, esqueço as tristezas e guardo suas alegrias proporcionadas! Obrigado por tudo, “animal” Edmundo!



Chico Anysio para sempre!


“Independentemente do que vier a acontecer, o Vasco tem a OBRIGAÇÃO de prestar uma homenagem ao Chico Anysio”.

Essa foi uma frase que postei em uma de minhas redes sociais na quinta-feira passada ao saber da piora no estado de saúde do comediante. Chico, agora, é só saudade! Um grande comediante, um apaixonado por futebol...um grande vascaíno! Fez a família praticamente toda vascaína e defendeu, por anos, o Vasco de alguns de seus “verdadeiros inimigos”, muitos deles infiltrados na própria imprensa esportiva.

O carinho e a homenagem feitas ontem à tarde em São Januário foi digna de sua trajetória como humorista e como vascaíno também! Obrigado, Professor!

Cristiano Mariotti

Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Sigam-me pelo Twitter: @crismariottirj


cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.