Cristiano Mariotti

cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.





"Libertando"-se para mais uma decisão!

Passaram-se os momentos de festa, euforia e o de um pseudotreinamento perante o fraco time do Macaé, ainda que jogando em seu estádio e ostentando, até então, o status de vice-líder de seu grupo na Taça Rio, ocasião essa em que nos demos ao “luxo” de disputar um jogo valendo classificação para as semifinais desse turno com um time mesclado entre jogadores considerados titulares e reservas. Muitos temiam pelo que pudesse acontecer nesse jogo e, em caso de novo insucesso, o velho medo de definitivamente, colocar em perigo nossa passagem às mesmas semifinais. No entanto prevaleceu, mais uma vez, a força de uma camisa e de um time que, ainda que mesclado, consegue ser muito melhor que seu oponente. Missão cumprida a mais de duzentos quilômetros de distância da capital!

 
Até quando esperar?

Na quinta-feira passada, recebi um e-mail, lamentando desde já, o afastamento de um dos companheiros do projeto que ele, próprio, junto com outros companheiros interessados nas causas do Vasco em primeiro lugar estava cuidando a respeito da revitalização do entorno de São Januário e da homologação do Rugby em nosso estádio, o que poderá elevar ainda mais o nome de nosso clube e nossa marca em diversos países do mundo que estarão ligados nas Olimpíadas em 2016. Sua alegação foi o DESGASTE com a falta de zelo e de participação mais ativa da diretoria nessa questão.

 
Em meio aos erros, a nobre chance de se aprender!

Se acertar é uma virtude, saber enxergar seus erros e rever seus planejamentos é uma virtude maior ainda. Quem sabe rever seus erros e tirar proveito deles em favor de seu crescimento futuro é digno de elogios. Não é nenhum demérito e, quando se faz o correto em tempo oportuno de se corrigir um determinado rumo, é reconhecido por quase que todos ou, pela maioria.

Outrora, já lhes escrevera que não considero nosso treinador Cristóvão Borges nem gênio e nem asno: o problema é quando ele quer se passar pelo primeiro caso e acaba recaindo no segundo. Portanto, se ele conseguir fazer o trivial se colocar o time "certo", em minha opinião, para atuar em campo, e se ao tentar substituir, não tentar inventar, já estará de ótimo tamanho para um profissional que assumiu um cargo de tamanha envergadura faz poucos meses. Portanto, que os erros que nosso treinador Cristóvão cometeu nas partidas contra o Libertad e contra o Botafogo nesse último domingo possam lhe servir de mais um aprendizado, caso realmente ele queira ser, no futuro, um treinador de alto nível conceituado e vencedor.

 
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