cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.

 



Toda COVARDIA deve ser castigada!

Tal conforme na semana passada e respeitando sempre a vontade do estimado leitor, vou procurar ser breve em meus comentários. Até mesmo porque hoje foi O DIA MAIS FELIZ DE MINHA VIDA, com o nascimento de minha amada filha Manuela (a que MAIS AMO na minha vida, ao lado de minha mãe e de minha esposa), a quem dedico, desde já, meu presente texto, independentemente do meu sentimento e de milhões de vascaínos (desejo que ela seja incluída dentre nós um dia, o problema é que o Vasco atual não ajuda!) que estão, mais uma vez, tristes com mais uma final de taça perdida.

Register to read more...

ESCOLHAS PARA O BEM-VIVER!

Romário e Vasco

Enfim, chegou ao final a batalha jurídica entre ambas as partes. De tantas incertezas, uma coisa é correta: terminou da forma como haveria de terminar. Simples assim: o Vasco na gestão Roberto sempre contestou essa dívida, mas procedeu de forma errada ao retirar puro e simplesmente o registro do balanço sem, primeiro, averiguar sua veracidade em juízo. Romário, então, depois de tanto esperar pelo reconhecimento por vias que não fossem jurídicas, decidiu recorrer aos tribunais, e quase inviabilizou ao Vasco. Causou prejuízos financeiros e que interferiram na parte técnica do time de futebol ao final do ano passado e o estrago poderia ser bem pior.

No final, deu aquilo que a maioria já supunha: o clube não conseguiu provar o contrário (que a dívida não existia ou que, se existia, não era bem do clube) e ficou somente a sensação de que tentou-se (e conseguiu-se) ganhar tempo sobre algo que seria perdido ao longo do tempo. Papo encerrado e, agora, mais quatro milhões de reais (além do que se supostamente era a dívida até 2008) para o Almirante pagar mensalmente ao longo de dez anos. Como eu costumo dizer, o melhor negócio é aquele em que ambas as partes fingem que se enganam na esperança de que o estrago não seja maior para ambas. Romário finge confiar em um clube “devedor costumaz” (segundo a própria justiça) e que já ignorou sua suposta dívida por um tempo na esperança de receber algum. O Vasco finge aceitar o reconhecimento dessa dívida para evitar rombos bem maiores, por não ter a mesma convicção de outrora sobre a veracidade dessa dívida e por não ter advogados competentes no clube, hoje, como o que o Baixinho contratou (segundo deixou nas entrelinhas o próprio VP Jurídico atual).

Portanto, segue a vida porque os problemas do Vasco, infelizmente, são MUITO maiores do que cento e cinquenta mil reais mensais para o ex-atacante e, agora, beneficiário do Vasco por uma década. Pelo menos, no papel...

Register to read more...

Prova de fogo na mais antiga rivalidade do Brasil

Ideologicamente separados desde seus surgimentos, Vasco e Flamengo de tantas diferenças terão algo em comum na próxima quinta-feira: a chance de provar com uma vitória sobre o arquirrival (tanto para um como para outro) de que possuem a capacidade de seguir em frente, ambos em fase de reconstrução, e de que há luz ao que se aparenta como trevas hoje.

Se fora de campo, ambos acenam com a possibilidade de um modelo de gestão mais profissional no futebol, dentro de campo não há como negar que a desconfiança ainda reina por parte de suas torcidas perante seus times. Com razão: verdade seja dita. No caso em especial do nosso Vasco, o percentual de aproveitamento de cem por cento em três jogos no campeonato e em quatro jogos no ano não são suficientes ainda para convencer à torcida sobre a real capacidade desse time que ainda está sendo montado. Nesse momento, o principal argumento é o nível técnico dos adversários que enfrentamos até aqui, com exceção talvez do Ajax da Holanda.

Register to read more...

Gostou? Então compartilhe!

Quem está nos visitando