Cristiano Mariotti

cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.

 



RESPEITO: é o mínimo que o Vasco merece!

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Crédito da foto: cristiano

A declaração de positividade de nosso técnico Marcelo de Oliveira após o jogo contra a Ponte Preta de que o Vasco fez “pouco para quem briga pelo título” serve muito mais para mostrar para nossa torcida de forma correta de que seu pensamento é de vitória e de estar no topo, contrastando com o pensamento de nosso interino de outrora que chegou a declarar que “DEUS castiga a quem está de barriga cheia”. No entanto, em nada acrescenta em termos de ânimo e nem traduz firmeza de pensamento em estar no topo à parte majoritária da torcida. Ao menos agora. Constrasta, inclusive, a MUITOS que nos representam e que parecem estar menos preocupados com isso nesse atual momento e muito mais preocupados em outras questões extracampo, fruto de seus próprios erros plantados ao longo de um ano de esperança de vitórias que tomou contornos decepcionantes agora.

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Impactos dos choques de consciência!

“Um time que perde da forma que nós perdemos não pode ficar impune. Alguma coisa tem que acontecer no clube”. 

Essa foi uma frase semelhante à dita por um membro do clube já com São Januário às escuras no último domingo, depois do VEXAME histórico (mais um, infelizmente) em nosso estádio perante um adversário minimamente organizado, apesar de ser fraco. A sensação era que TODOS corroboravam que o ciclo de alguns em São Januário já havia terminado e que a hora era de reavaliação e mudanças profundas, se fosse o caso.

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Pensar grande é agir como GIGANTE

A saída patética de nossos jogadores de campo após um VEXAME diante do Bahia – um dos times mais fracos do campeonato, porém com um mínimo de organização, comprometimento e respeito às suas cores – contrasta com a mesma saída dos mesmos cercando a Cristóvão Borges após o jogo contra o Lanús, em que tal como o jogo contra o adversário argentino, o mesmo foi hostilizado e naquele momento havia a aparente percepção de que o grupo estava com ele. 

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