Cristiano Mariotti

cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.

 



Otimismo sem devaneios

 

vasco
Crédito da foto: vasco

Qualquer resultado diferente de uma vitória no sábado teria sido motivo para as profecias do Apocalipse em um ano cuja temporada válida já se inicia com temores da parte majoritária de nossa torcida pelo pior que pode estar por vir. Por conta disso, qualquer resultado de vitória normal, além de não ser mais do que obrigação para um GIGANTE de camisa como o Vasco é, serviria como contraponto para os incrédulos e um fio de esperança para os que creem ainda na diretoria atual e também para os incrédulos, mas que acima de tudo são (ou deveriam ser) vascaínos em primeiro lugar.

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A torcida pelo contraponto

 

Rene Simoes Vasco
Crédito da foto: Marcelo Sadio- Vasco.com.br

No episódio em que envolveu o diretor executivo de futebol Renê Simões e culminou com a rescisão de contrato do jogador Felipe, houve manifestações de apoio por ambas as partes dotadas de bons argumentos em cada uma delas. Se quem lhes escreve apoiou a Renê Simões vendo em sua postura profissional como a chance de um marco zero capaz de restabelecer o comando outrora perdido em São Januário durante o ano de 2012 e a implantação de uma conduta mais ética e de profissionalismo para todos, outros tantos que me acompanham e que são tão torcedores vascaínos como eu observaram o caso como um desrespeito a Felipe pelo seu histórico de títulos e identificação que possui com o clube. Tal como Pedrinho, Felipe cresceu no Vasco ao lado do atleta que é seu amigo pessoal e que fez ontem contra o Ajax uma exibição tida como despedida, em princípio, dos gramados em partidas oficiais e, portanto, segundo a opinião de muitos leitores e companheiros no qual respeito mereceria um tratamento diferenciado ou com maior complacência por parte do diretor executivo recém chegado ao nosso clube.

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Da provação à sonhada "divisão de águas" em 2013?

 

Segundo a definição do dicionário on line disponível em www.dicio.com.br  provação significa “ação ou meio de pôr à prova a constância, a resignação, a virtude; situação difícil; transe; sofrimento”. Ainda segundo Cowman (1870-1960),“a provação vem, não só para testar o nosso valor, mas para aumentá-lo; o carvalho não é apenas testado, mas enrijecido pelas tempestades”.

Provação é o que não tem faltado a todos nós, vascaínos, nesses últimos dez anos pelo menos, excetuando 2011 após um terrível início do referido ano. Para quem se acostumou com os dias de glórias das décadas de 1980 e 1990, não tem sido nada fácil tais momentos que passamos como instituição. Mudaram-se as pessoas em julho de 2008, mas muitos dos hábitos outrora criticados continuam. Todos os erros elencados em textos anteriores criariam uma situação de “mais do mesmo” se tivesse que descrevê-los um por um, bem como as soluções pontuadas e o norteamento que, em meu entender, o Vasco deva seguir para retomar sua grandeza como instituição.

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