Cristiano Mariotti

cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.

 



Abnegados pelo Vasco: seremos ou não?

Uma das coisas no qual nós como pessoas muitas vezes criticamos no outro que está ao nosso lado é com relação ao fato de deixar que outro faça àquilo que ele poderia estar fazendo ou, ao menos, se prontificando a ajudar dentro de sua competência pessoal para tanto. 

Quando nos deparamos com situações desafiadoras, é normal do ser humano medir a carga de trabalho que dele será necessário e ponderar se vale a pena tamanho esforço perto do que irá se receber em troca dessa ação. Uma condição estabelecida por nós sobre trabalho e benefícios que obteremos em detrimento dele: se compensa ou não lutar dentro dessas condições.

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O sonho da torcida e a realidade do clube!

Nos últimos dias, tenho sempre que possível analisado e refletido a respeito do que o Vasco, como instituição, deseja para seu futuro próximo. Tal análise refere-se a um balanço não somente do futebol profissional, mas sim, da instituição como um todo, e inclui assuntos que eu, particularmente, considero de suma importância, tais como plano de gestão e perspectivas futuras de crescimento a médio e longo prazo.

Como coordenador de cursos de tecnologia e professor na área de TI, uma das coisas que aprendi com a vida acadêmica e profissional e sempre que possível costumo passar aos meus alunos é que o encerramento de um projeto deve conter sempre uma semente a ser plantada para o projeto seguinte. Debater sobre os erros, reavaliar todas as partes envolvidas e as tomadas de decisões que foram feitas faz parte da análise, de forma a replanejar o futuro baseando-se nos acertos e nos erros cometidos. Nessas horas, o equilíbrio deve ser primordial e agir com passividade pode levar ao deterioramento do que já existe e que deu certo, bem como pode levar às apostas descabidas e, com isso, levar o responsável a não enxergar o que realmente precisa ser atacado e corrigido.

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Pela desconstrução de um sistema!

Primeiramente, eu peço-lhes licença para não comentar nesse momento nossa vitória diante do Grêmio por 2 vs 1, válido por um campeonato que trata-se de uma enorme “procissão”, alguns considerando até como uma “caminhada rumo ao infinito”, com trinta e oito rodadas e que, pelo menos em tese, deveria privilegiar o melhor time em diversos aspectos, tais como consistência, regularidade e valores individuais, por exemplo, advindos de um bom plantel de jogadores bem montado, bem planejado e lógico que bem comandado e articulado politicamente fora de campo também.

Nesse momento, é muito prematuro qualquer tipo de análise, pois estaríamos partindo de suposições do que possa vir modificar nos clubes, inclusive no Vasco, em termos de plantel ou não. Como eu tenho informações de que o plantel do Vasco poderá sofrer modificações com saídas de jogadores e entradas de outros, penso que seja, realmente, mais prudente deixarmos a análise mais detalhada para momento posterior focando nossa atenção, de momento, no jogo da próxima quarta-feira, de forma a definir nossa continuidade ou não na competição que move sonhos de todos nós, vascaínos, pela revalidação de sua conquista.

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