Cristiano Mariotti

cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.

 



O 'freguês' e o desafio em campo contra o "último virgem paulistano"!

Uma das evidências de que um clube está preparado para alcançar “vôos mais altos” é quando ele demonstra competência e força desde os bastidores, nos momentos de definição de tabelas, datas, pessoas, locais de disputas entre outras coisas.

Na Copa Libertadores da América de 2005, o então Presidente do São Paulo Marcelo Portugal Gouveia aliado ao homem-forte do futebol tricolor Marco Aurélio Cunha, juntos, fizeram prevalecer na Conmebol a escalação de trios de arbitragem estrangeiro para ambas as partidas finais contra o Atlético – PR válidos pela mesma competição. O receio era de que as influências de Mário Celso Petraglia (que para o Atlético-PR é uma relação semelhante como a de Eurico Miranda no Vasco) junto à CBF pudessem de alguma forma, conspirar para escalação de um trio brasileiro que viesse a sofrer “pressões ocultas” ou incomodar o tricolor do Morumbi com ações advindas dos bastidores no sentido de intervir na escolha dos árbitros brasileiros para a finalíssima da competição.

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Amor sem divisão?

Na época mais difícil de nossa história que foi o enfrentamento da segunda divisão em 2009, esse lema foi utilizado durante aquele ano para atrair o apoio dos vascaínos em torno de nosso objetivo maior, até então, que era retornar com méritos dentro de campo à primeira divisão do futebol brasileiro, lugar esse em que nós nunca deveríamos de ter saído e se saímos um dia foi, com certeza, também fruto da guerra política que se arrasta no Vasco faz muito tempo. Daí, a necessidade que se teve de se apelar para o maior patrimônio que um clube gigante como o nosso pode ter: sua apaixonada torcida!

Praticamente, foi uma convocação feita pela diretoria para que nós, torcedores, abraçássemos ainda mais o clube e ajudássemos a reconduzi-lo ao seu devido lugar. Sim, a torcida teve seu papel de fundamental importância, ao mostrar-se presente nos momentos em que o clube carecia de um apoio moral e ao cobrar dos diretores que ações fossem feitas para que esse pesadelo pudesse terminar ao final daquele ano.

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Vice de novo?

Sim, meus estimados companheiros leitores e tão seguidores da cruz-de-malta quanto quem lhes escreve! Vice de novo! E durmamos todos juntos com um barulho desses! Pelo menos, enquanto nossos jogadores, nossa comissão técnica, diretoria e, até mesmo nós, torcedores, não compreendermos que decisão é um jogo diferenciado, aquele em que se precisa do algo a mais para se sobressair ao adversário.

Confesso-lhes que muito ponderei meus pensamentos para chegar a uma conclusão sobre o que acontece com nosso clube em decisões de uns tempos para cá, mais precisamente nos últimos doze anos. Não somente com a gestão atual, mas sim, com a anterior também vivenciamos a síndrome de não jogarmos como campeões no jogo final, em que mais se exige de uma equipe que queira alcançar a glória do título. É bem verdade que em uma decisão são duas partes interessadas em vencer e somente uma alcança esse feito. No entanto, não é normal perdermos a maioria em que disputamos. É sinal claro que algo está errado faz tempo.

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