Cristiano Mariotti

Realista sim, o que não me impede de ser otimista!

Obviamente, não era o resultado que a torcida do Vasco idealizava nessa tarde de domingo. O empate conquistado em Barueri foi longe de ser entusiasmante, mas faz parte de um campeonato difícil como é o Campeonato Brasileiro. Não somente o Vasco, mas TODOS os times sofrerão oscilações no decorrer da competição, assim como eventuais resultados que não correspondam às suas expectativas, tal como fora o ocorrido há poucas horas atrás.

Dentro de uma realidade, devemos nos lembrar de que o Palmeiras – tal como o Vasco – é um clube gigante do futebol brasileiro, e ainda que não se tenha um grande time é sempre complicado enfrenta-los, principalmente em seu estado e tratando-se de um clube no qual, historicamente, o Vasco tem dificuldade em vencer. 

Ao contrário do que alguns esperavam, eu sinceramente nunca esperei que o Palmeiras viesse com sua formação titular: o resultado de 2 vs 0 obtido no meio de semana frente ao Grêmio pela Copa do Brasil, aliado ao fato de pouquíssimos pontos somados em cinco rodadas até então, abriu-lhe a possibilidade de escalar sua melhor formação hoje, pois encaminhou bem sua classificação para a partida de volta a ser feita pelo alviverde no meio de semana perante o mesmo clube gaúcho.

E ainda, não ignorando a realidade dos fatos, o Vasco não é nenhum time imbatível, ainda que confiemos em nossa capacidade para que alcancemos nosso objetivo ao final de trinta e oito rodadas. Ao contrário disso, é um time com bons valores individuais em sua maioria, fechados entre si nas vitórias, nas derrotas e nas dificuldades, mas que ainda carece de alguns complementos e que faz do entrosamento de seu time principal sua principal virtude. 

Na ausência de um ótimo lateral esquerdo, somos obrigados a ver nosso técnico recolocando Felipe como pseudolateral, que vira meio-de-campo quando o time ataca e, nesse momento, Nílton faz uma função de terceiro zagueiro “empurrando” Rodolpho para cobrir aquele setor, tal como vimos hoje. Na ausência de um atacante de técnica apurada, somos obrigados a dar força para que Alecsandro receba as bolas em condições de dar o toque final para o gol. Na ausência de um atacante mais eficiente e menos “enrolado”, somos obrigados a rezar para que o superdimensionado (por muitos) Éder Luís “espante” de vez sua má fase e volte a jogar futebol, e não o que vem jogado há tempos.

E por que não? Na ausência de um técnico mais experiente no comando, temos um técnico cujo grupo encontra-se fechado com seu comando e que já conhece grande parte de seus jogadores desde o último ano e que, entre acertos e erros, vai conduzindo a nau em meio às críticas de que alguém mais experiente deveria estar ao leme. Críticas, inclusive, da parte de quem lhes escreve e que, mesmo assim, enxerga de forma bem esperançosa o que poderá vir em breve.

Além disso, muitos serão os desfalques ao longo do caminho, assim como a oscilação de desempenho de alguns jogadores, normal em um campeonato tão longo. Portanto, o fator grupo nessas horas será de extrema importância, e a realidade é que deveremos rezar MUITO para que, além de Matías Abelairas (que fora embora deixando-nos na dúvida se o jogador seria útil ou não ao plantel) e Allan (talento perdido e por pouquíssimo retorno financeiro ao clube), outros jogadores também não deixem o clube, sob pena de termos que repô-los bem rapidamente para que nossas credenciais rumo ao título não sejam revistas, o que seria uma grande decepção para toda a torcida.

Analisando o plantel e tomando como base a manutenção do que já se possui, sabemos que numa perspectiva otimista dentro do que o clube pode adquirir alguns reforços para compor hão de chegar. Para a lateral-direita, pelo menos, pois hoje só contamos (e se DEUS quiser) com Fágner até o final da competição. Para a criação no meio-de-campo também. E quem sabe, mais um atacante, todos em tempo de não perdermos pontos preciosos no futuro pela falta de material humano.


Perspectivas e Expectativas

Num cenário otimista, o empate frente ao Palmeiras fora de casa pode ser considerado um bom resultado. Nos próximos dois jogos, enfrentaremos o surpreendente (para mim) Cruzeiro e Ponte Preta em São Januário. Pensando em título, deverão ser seis pontos em “nossa conta”, principalmente os três pontos sobre o segundo adversário diante da equipe campineira, uma das candidatas ao descenso a meu ver.

Após esses confrontos, virão em sequencia Figueirense (fora), Atlético-GO (casa) e São Paulo (fora). Jogando bem, podemos fazer cinco ou seis pontos pelo menos. Considerando que o Vasco sofra para ganhar do Figueirense (como vem sofrendo e a verdade é que não os derrotamos desde 2006), vença com tranquilidade Atlético-GO, poderíamos dentro de um cenário realista perder para o São Paulo, pois não seria nenhum motivo para desespero e tampouco surpresa por se tratar de mais um clube gigante em nosso caminho. Nessa linha de raciocínio, chegaríamos em dez rodadas a vinte e cinco pontos, ou seja, a mesma pontuação acumulada pelo atual “campeão” nas dez primeiras rodadas no campeonato anterior.

O que, na prática, não nos impede de enxergar as dificuldades que teremos nesse caminho, de forma que o mais prudente é esperar que o time siga a “procissão” dentre os primeiros colocados, de forma a chegar até o seu final numa briga ponto-a-ponto por esse título. Pois assim é o Campeonato Brasileiro.


Palmeiras 1 vs 1 Vasco da Gama


Não igualamos o recorde de 1988 conforme esperávamos. O que não significa motivo para se jogar fora a realidade de que ainda somos líderes, embora nesse momento não queira dizer grande coisa, e nem para execrar o futuro de um time que, conforme já lhes comentara outrora, oscilará entre boas e más atuações. Nesse jogo, infelizmente, foi mais para o segundo caso. 

Confesso-lhes que ainda que veja como muito importante a atuação de Felipe no time titular nesse momento, particularmente considero que Cristóvão não segura esse esquema de tê-lo como pseudolateral-esquerdo por todo o campeonato. O próprio jogador poderá se mostrar mais à vontade já começando o jogo escalado no meio de campo, e não com o papel de ter que voltar para cobrir espaço quando o time estiver se defendendo, como se fosse um lateral esquerdo de ofício – posição essa que lembro-lhes que já não atua com alto desempenho faz muito tempo. 

Na realidade, o time não funcionou e o empate foi o que de melhor poderíamos ter trazido em uma tarde de fraca atuação. Quando os principais jogadores não correspondem – Juninho, Felipe e Diego Souza (aniversariante do dia e que se esperava muita coisa dele, especialmente nesse jogo), o time também não. Pouca inspiração de nossos maestros veteranos e do pseudoponta-esquerda, no qual insisto, mais uma vez, de que seria MUITO mais útil jogando como “número um” no meio de campo, auxiliando na criação das jogadas e chegando também à frente para concluir. Alecsandro, com isso, fica isolado na frente, e não é conveniente voltar para buscar jogo por dois motivos: não embolar o meio de campo e por não possuir habilidade suficiente para tanto.

Éder Luís, em mais um jogo, não rendeu e como há muito tempo não rende e gera dúvidas se vale a pena se investir em sua compra pela quantia pedida pelo seu clube, Benfica. No setor defensivo, Dedé não atuou conforme seu grande nível de atuações, bem como Fágner que continua a ser deficiente na marcação, com o agravo de que não vem se mostrando efetivo no ataque tal como no início desse ano. São dois casos que merecem análise se o fator contratual anda pesando em seus desempenhos ou se é mera coincidência somente.

Dos aspectos positivos, somente o belo gol de falta (mais um) de nosso Reizinho, a boa atuação de Rômulo (nosso melhor volante disparado), além do retorno de Dedé ao time titular – onde em breve estará readquirindo seu ritmo ideal de jogo – e a mais uma promissora partida de Rodolpho que, pelo menos, mesmo sendo fraco tecnicamente não vem entregando mais os gols tal como em seu desastroso início a serviço do clube.


O personagem antivascaíno da “poderosa”


O ex-péssimo árbitro Renato Marsiglia anda, realmente nos últimos tempos, dando uma aula do que é ser um fundamentalista anti-Vasco. Não enxergou um pênalti claro a favor de nosso time em uma clara cortada de bola do adversário num cruzamento que resultaria em perigo eminente de gol, além de enxergar um suposto pênalti muito duvidoso sobre Barcos, coisa que nem na emissora pertencente ao grupo no qual trabalha o comentarista da mesma foi capaz de enxergar. Aliando-se à vergonha cometida sobre o suposto impedimento de Carlos Alberto em um gol mal anulado contra o Bahia no domingo passado, passa à condição, desde já, de eleito como o mais representativo defensor da facção antivascaína da “poderosa” rede de comunicação, em minha opinião.


Não ao Caldeirão?!

Confesso-lhes que, ao contrário do que penso de colunistas como Cosme Rímoli por exemplo, sou um admirador do colunista Rica Perrone, no qual seus textos costumam ser de ótima qualidade de forma a misturar coerência com irreverência em sua maioria. No entanto e exercitando, desde já, a prerrogativa democrática de concordar ou discordar de alguma coisa, venho lhes dizer que não concordei com um de seus últimos textos intitulados “Não ao Caldeirão!” e, contrapondo-me ao que fora escrito, faço as seguintes ponderações:

1 – Tomando como verdade que São Januário será realmente remodelado bem como seu entorno reurbanizado, São Januário a meu ver ficaria sendo o estádio mais bem localizado do Rio de Janeiro, com saídas muito próximas da Avenida Brasil e Linha Vermelha. Com isso, seria até uma segunda opção MUITO MELHOR do que o Engenhão para TODOS clássicos cariocas, e não somente para clássicos envolvendo o Vasco, podendo o clube (ou a empresa que vier a realizar as obras do complexo) ganharem com um possível arrendamento para determinado fim;

2 – Nos clássicos em que o Vasco quiser exercer seu direito de mando de campo, não vejo qualquer problema em subdividir sua capacidade em 50% tal como ocorre no Maracanã com outra torcida, tal como fazia o São Paulo na década de 1990 quando, apesar de ser dono do Estádio do Morumbi, os clássicos eram disputados em seu estádio e com alocação igual para ambas as torcidas, sem perder o charme da rivalidade e, dessa forma, adotar a mesma prerrogativa no Maracanã ou até mesmo no Engenhão quando o mando de campo fosse do clube rival;

3 – E ainda, para quem é mais radical e considera que o Vasco deva exercer seu mando de campo, sim, com 90% da capacidade para nossa torcida tal como Santos, Corínthians, São Paulo, Palmeiras, Internacional, Grêmio, Atlético-PR, Coritiba e outros exercem, ficaria o argumento totalmente compreensível de que o aspecto técnico da competição, em condições normais e sem misturar os conceitos, não pode ser sobreposto pelo aspecto comercial, e portanto seria uma readaptação à realidade de que um título, por exemplo, vale MUITO mais do que o encantamento de uma simples divisão de estádio por parte de torcidas rivais “para o bem do futebol carioca”. Ou então, pergunte para qualquer torcedor o que ele prefere: esse encantamento ou a possibilidade de se ganhar tecnicamente com o fator campo?

Se o estimado leitor quiser enriquecer ainda mais essa discussão, faça seu comentário aqui, comunique-se comigo pelas redes sociais ou envie-me um e-mail que, retomando essa discussão no futuro, eu lhes darei créditos, tanto para quem concordar ou discordar das propostas que lhes expus anteriormente.


Reforma de São Januário

A notícia veiculada pela diretoria de que São Januário será reformado visando que o estádio receba os jogos olímpicos de Rugby em 2016 deve ser tratada com cautela e sem maiores entusiasmos nesse momento por parte da torcida, sem no entanto, perdermos o otimismo de que o projeto – se apresentado – será um passo a mais do clube rumo à realidade pretendida por boa parte dos demais clubes grandes do futebol brasileiro. 

Conversei longamente e de forma muito agradável com nossos VP José Pinto Monteiro e Frederico Lopes, no último sábado, na sede do Calabouço. Ainda que tenha sentido firmeza em suas palavras e que exista a pretensão e o trabalho da diretoria (segundo muitos, o estudo começou a dois anos) em executar, trata-se de uma questão muito complexa. 

Em primeiro lugar, devo lhes esclarecer que se precisa ter um projeto pronto para submeter-se à aprovação do Conselho Deliberativo do clube para ser aprovado, senão me engano por quórum qualificado. Nesse mesmo conselho para que o mesmo projeto seja aprovado, algumas questões deverão ser esclarecidas, inclusive quanto ao valor de 900 milhões de reais, em minha opinião e de muitos superestimado para a realidade da maioria das arenas modernas. 

Outras questões como retorno financeiro para a empresa construtora também deverão ser debatidas, de forma a verificar-se se a conta fecha ou não (viabilidade de pagamento pelo serviço que poderá ser prestado), para que enfim haja a licitação e o projeto – caso feito – saia do papel para a realidade. Ainda que eu lhes diga, desde já, que haja resistência da parte de muitos em ceder o estádio para exploração financeira por parte da empresa investidora, considero o caminho mais viável para que a torcida possa ter uma nova arena ao final de quase três anos de reformas, o que na verdade, trata-se de uma nova construção a ser feita em substituição ao que existe hoje. Tal como o Palmeiras se submeteu a fazer com seu estádio.

Além disso e já trabalhando em parceria com a Prefeitura do Estado, há que se dar andamento aos projetos “Morar Carioca” e de “Reurbanização do entorno de São Januário” para que a mesma prefeitura arque com os melhoramentos no bairro de São Cristóvão, de forma a promover melhorias como o alargamento de suas estreitas ruas, por exemplo. Tudo com o objetivo de se valorizar o novo complexo que possa ser realmente construído, bem como o bairro em si.

Até lá, há ainda um longo caminho a ser percorrido. Para nós, torcedores, resta a posição de aguardo e de cobrança pelo empenho em se fazer pelo melhor ao clube. Tudo o que eu vier a comentar mais a respeito dessa possibilidade eu lhes estaria escrevendo baseado em hipóteses, o que não é muito a meu feitio, haja vista que gosto de trabalhar com fatos reais.

Sobre o estudo de viabilidade do referido e possível novo complexo, nada mais a acrescentar do que fora escrito com muita propriedade pelo companheiro Guilherme Diniz, Engenheiro Civil e colunista do site Blog da Colina, em seu texto “REFORMA DE SÃO JANUÁRIO: FALANDO TECNICAMENTE” no qual não tem porque duvidar de um profissional com conhecimento de causa sobre o assunto. Recomendo desde já sua leitura, parabenizando-lhe pelo seu texto muito bem elaborado!


Maracanã: será nosso também?

Com o possível fechamento de São Januário, o Maracanã deverá ser nossa casa por no mínimo dois anos, podendo até se estender a três. Isso significa que a diretoria precisa estar atenta quanto à questão de concessão do estádio e chegar junto ao governo para que o mesmo não seja cedido à administração exclusiva de Flamengo ou Fluminense, tal como já rolou a tempos e o que seria uma injúria, haja vista que se o estádio é do poder público, então o estádio é de todos, inclusive do Vasco e de nossa torcida também. É aguardar para saber se o tal encontro de Presidentes serviu para alinhavar ideias de gestão unificada sobre o mesmo patrimônio público ou se foi só um acordo de cavalheiros para que, ao final das reformas, cada um defenda a sua parte da forma que melhor lhe convier.


Naming rights: teremos ou não?

Finalmente, a questão dos naming rights. Essa discussão já fora abordada pelo companheiro Marcelo Panoeiro em um de seus textos. Ficou no ostracismo, mas agora pode retornar de vez após o anúncio da diretoria de que São Januário será remodelado.

Muitos não estão bem informados quanto ao que seria, de fato, agregar uma marca ao nome do estádio. Eu lhes confesso que vejo nessa questão uma boa fonte de receita para que se possa arrecadar com a nova arena, ainda mais se tratando de um clube tão endividado como é o Vasco e tendo como essa uma das receitas (obviamente, não a única) a ser explorada pela possível empresa que vier a reconstruir o estádio, como forma de retorno financeiro pelo investimento (vejam bem: seria APENAS uma das possíveis formas de retorno pelo dinheiro investido, pois o montante pago não fecharia a conta da construção). Encontro nas palavras do renomado professor da UFRJ que concedeu uma palestra aberta aos vascaínos nesse último sábado o embasamento necessário para ratificar meu pensamento no tocante ao assunto.

Não seria transformar o nome do estádio, e sim, utilizá-lo para divulgação de um patrocinador, assim como ocorre, por exemplo, com a “Allianz Arena de Munich”, com a “Copa Kia do Brasil” ou com a “Copa Santander Libertadores”. Qual torcedor assim fala? Ninguém. Mas a marca não está agregada e divulgada, e as entidades não recebem por isso? Sim! Então a meu ver, é isso que importa! O povo continuaria chamando a nova arena de São Januário e a mídia, ao divulga-la na TV, por exemplo, de Arena + nome do patrocinador + São Januário. Não vejo nenhum impecílio nisso, tampouco descaracterização de nada.

A questão seria firmar uma cláusula no novo contrato de TV com a emissora “toda poderosa” do país que a obrigasse a divulgar o nome da patrocinadora, diferentemente do que ocorre agora em que essa cláusula não existe. Ainda que fosse para compartilhar parte dos lucros advindos dos naming rights em troca da divulgação, ainda assim tornar-se-ia vantajoso para o clube. Todos sairiam ganhando.

Outra forma alternativa e que é bem utilizada em alguns estádios europeus é a venda dos naming rights de setores diferenciados do estádio para empresas diferenciadas, ao invés de conceder exclusividade de toda a arena para uma única marca. Fui informado pelo companheiro Felipe Navega que assim o FC Porto faz em seu estádio, por exemplo. Uma forma estratégica e que, ao menos, merece se fazer um estudo sobre sua viabilidade aqui no Brasil.


“Imparcialidade” e princípios editoriais

Quando Vagner Love entrar na Justiça contra o Flamengo, a Globo noticiará que deu polícia na festa dele. Talvez Vagner Love até deboche do goleiro do Flamengo em voz alta, mas só saberemos quando ele processar o Flamengo, um dia quem sabe. Detalhe: ao abrirem o link e visualizarem a imagem, reparem que o bonequinho do bolo segura um engradado de cerveja. Avaliem como foi a matéria reproduzida sobre seu aniversário no portal Lance! e no Globo e tirem suas conclusões.

Globo.com - Bolo e amor para Vagner
http://globoesporte.globo.com/platb/meiodecampo/2012/06/11/aniversario-de-love/

Lance - Festa de Love vira caso de polícia!
http://www.lancenet.com.br/multimidia/?vid=53803ce31facc4faf26353a2bbeea3f6&;tit=VÍDEO%20Festa%20de%20Love%20vira%20caso%20de%20pol%C3%ADcia%21


“Toque final”

E hoje, não duvidem de que essa mesma mídia poderá “esquecer” em suas reportagens de que, tal como contra o Coritiba, o lance que originou o pênalti sobre Ibson do Flamengo no jogo contra o Santos nasceu em um impedimento não marcado, em mais uma das “estranhezas” em apenas cinco rodadas desse campeonato, e ainda devendo ressaltar que o líder foi o único carioca a não vencer nessa rodada.

Acompanhem-me também a partir de hoje no time de colunistas do www.radiomitosdacolina.com.br às segundas-feiras, juntamente com www.webvasco.com ! E nas quintas-feiras, em www.semprevasco.com !

Cristiano Mariotti

O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Sigam-me pelo Twitter: @crismariottirj

 

cristianomariottiMestre em Ciências em Sistemas Computacionais, Consultor e Professor em TI, é colunista do portal supervasco.com. Carioca de família portuguesa, nascido e criado em Jacarepaguá, adotou São Januário como segundo lar e leva a cruz-de-malta no peito desde que nasceu.

Gostou? Então compartilhe!

Quem está nos visitando